Fan art: Pulp Fiction!! Aniversário de 20 anos do filme

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Todo mundo calmo, isto é um assalto! Uma homenagem ao filme mais icônico do mestre Tarantino.

Para o aniversário de 20 anos do filme Pulp Fiction do diretor Quentin Tarantino, o time do Studio MUTIse reuniu para criar esta série de pôsteres que apresentam cada um dos personagens principais, que são muitos, com ar vintage, como se fossem cartões de colecionadores de maço de cigarro.

Veja a galeria:

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The Dark Side of the Moon: 40 anos de história visual

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De 24 de março 1973 até hoje foram vendidas mais de 50 milhões de cópias do disco.

Para a gente se entender melhor e ficar no mesmo clima, sugiro que você desligue o que estiver ouvindo e dê um play aqui em baixo:

Certo. Agora podemos começar.
O The Dark Side of the Moon comemora 40 anos de lançamento hoje. Não vamos discutir o quanto você gosta ou detesta o som, deixemos isso para os críticos tediosos. O grande lance aqui é desvendar a história por trás dessa que é uma das capas mais conhecidas da história do rock. E depois disso daremos um passeio por tudo o que veio depois da obra criada pelo gigantesco Storm Thorgerson.

Sobre a criação da capa, Storm conta:

“Eu ouvi um pouco no estúdio e não tinha muito a dizer sobre a música. Normalmente eu gosto e apenas absorvo. E mesmo se tivesse algo a dizer, ele interrompiam: ‘Pelo amor de Deus, Storm. Não prejudique a nossa música.’ Então eu nunca dizia nada sobre o som. O meu trabalho era reinterpretá-lo. Por isso, não importa o que eu penso, importa o que sai na outra extremidade. O Dark Side seria sobre a loucura das letras e sobre algo que Rick me disse:

– A gente pode não ter uma das suas fotos engraçadinhas dessa vez, Storm?
– O que você quer dizer? Isso é o que eu faço, fotos.
– Que tal uma mudança?
– Mas eu não faço gráficos.
– Bem, que tal um desafio?”

“O triângulo é símbolo do pensamento e da ambição, que eram assuntos recorrentes nas letras de Roger (Waters).”

Storm, em comemoração aos 40 anos, fez uma série de releituras da própria obra, disponíveis para download em grande formato. Olha só:

Thorgenson continua: “O prisma foi uma consequência do triângulo. Ele celebra o show de luzes dos concertos do Floyd. O prisma é próprio Pink Floyd.”

Storm confirmou nessa mesma entrevista à revista Rolling Stone, a lenda de que uma das primeiras versões da capa exibia o Surfista Prateado , personagem de uma HQ da Marvel. “Sim, uma versão fotográfica, mas eles recusaram.” (ufa)

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Designer cria logotipos para os bairros de São Paulo

O designer gráfico Pedro Campos já. É dele o “Identidade SP”, um projeto para moradores, visitantes e apaixonados por São Paulo. De acordo com o profissional, a criação de mais de 450 logotipos dos bairros da cidade contribui para a divulgação da história e das tradições dos bairros paulistanos. Junto a cada arte criada por Pedro, há o ano de fundação do bairro e um texto que esclarece a inspiração do artista.

Os logotipos:

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Conheçam O ilustrador de Yellow Submarine

Hora de conhecer Heinz Edelmann.

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Edelmann nasceu na Tchecoslováquia em 1934. Depois de estudar na Academia de Arte de Düsseldorf, tornou-se um ilustrador de sucesso ao desenhar caricaturas satíricas para o jornal alemão Frankfurter Allgemeine Zeitung. Ele começou sua carreira como designer de cartazes e ilustrações de teatro. Mas seu projeto mais conhecido é a direção de arte e personagens para a animação de 1968, Yellow Submarine (que você pode assistir na íntegra aqui embaixo)

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Como um Botão Real pode revolucionar seu mundinho digital

Descubra porque um botão, de verdade, ainda é rei em UI/UX

No fim, estamos de volta ao velho e bom botão, de verdade.

O FLIC é um botão de borracha que você cola em qualquer lugar e que serve para ativar e desativar aplicativos.

Ou seja, com um toque você pode fazer coisas como chamar um táxi, pedir uma pizza ou colocar um filme para rodar.

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Botão? Estamos indo na marcha-ré da tecnologia?

Não.

E é justamente isso o mais fascinante dessa aparente reviravolta de uma solução analógica. Aguente firme no texto porque é um excelente insight sobre como funcionam os humanos, que deveria ser a primeira coisa a ser levada em conta antes de qualquer projeto de UX/UI. Aula do bicho homem, de “don’t make me think”. O velho e bom “pensar de trás-para-frente”.

Vamos lá.

Um botãozão não é (só) coisa de velhinho que não entende de tecnologia. Imagine o Flic como um atalho, que poupa você de passar por várias etapas. O botão é como aquele primeiro dominó que você empurra para iniciar um longo processo encadeado.

Por exemplo, se você é usuário frequente da Amazon, já deve ter experimentado a delícia que é comprar um livro com o “1-click buy”. Clicou, acabou. Tá disponível para leitura e 5 segundos.  Nada de entrar em outra página, colocar sua senha, preencher um cadastro, confirmar dados e mais um milhão de outros passos. O botão é apenas o gatilho de um processo que continua sofisticadíssimo e elaborado, mas que você não precisa participar. É atalho. Automação. E olha que nem estou falando na parte da compra por impulso.

Outro exemplo: eu criei um script para me ajudar nas postagens: com uma puxada de mouse seleciono várias imagens e com um clique (em um botão), todas serão dimensionadas, comprimidas e enviadas para o post. Você usa uma coisa dessas 2 dias e NUNCA mais vai querer voltar ao sistema antigo.

E essa é a grande sacada do Flic, porque além de tudo é um botão de verdade, disponível no mundo de verdade e sem qualquer distração.

COISAS QUE SERIAM MELHORES ACIONADAS POR UM BOTÃO

Wase. Se você usa sabe que ele fica importante mesmo perto do destino. Geralmente a metade inicial do percurso você conhece. Aí você deixa para ligar mais para frente para não gastar bateria, certo? Errado porque assim você vai morrer e vai matar. Porque botar o wase para acordar, por mais simples que seja, exige uns 3 ou 4 cliques (que são 3 ou 4 chances de morrer e matar). Um botão no meio do seu painel seria bem mais confortável e seguro.

 

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Video na TV. Um saco. Uma aura de modernidade mas que te obriga a passar por mil cliques antes de chegar ao ponto de sentar e assistir.

Assiste o video, veja essas imagens e você vai entender o potencial de um simples e ridículo botão de borracha:

 

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Sacou agora por que um botão analógico pode ser uma grande revolução no mundo digital?

O projeto é uma iniciativa de um time suíco, viabilizado por crowd funding e com lançamento previsto para março. E vão colar no IFTTT logo de cara.

Tecnologia tem oferecido ferramentas inacreditáveis. Chegou a hora de fazê-las funcionar sem a sua participação.